Naquela noite, Débora estava estranhamente feliz. Não sabia o porque, mas também não se importava.
Era sexta-feira, e estava anoitecendo, então ela resolveu dar uma caminhada.
O vento batia gentilmente sobre os seus longos cabelos cor de carvão. Naquele momento nada mais importava... ela apenas queria sentir a noite.
Sentou-se na areia em frente ao mar, calmo naquela noite.
A marola banhava seus pés, e a maresia a acalmava de uma forma impressionantemente gentil.
A lua iluminava o céu como um abajur em um quarto escuro. Débora olhava para ela e viajava em seus pensamentos. Aquela cena parecia irreal...
Débora tinha a sensação de que aquele momento significava toda a sua vida, vivida de uma forma nunca desejada para ela. Como se aquele fosse seu último pedido.
Ela agora se sentia estranha... mas realizada ao mesmo tempo.
Deitou-se então sobre a areia fofa, e permaneceu olhando para o horizonte, longe... como se não tivesse fim. Naquele momento perfeito, então, ela avistou passos na areia, vindo distante, até ela.
Acompanhou os passos calmamente, respirando devagar... conforme os passos se aproximavam, Débora se sentia cansada... e fechava seus olhos calmamente, como se o tempo não houvesse, e nada mais importasse naquele momento, e de fato, não importava.
Débora então adormeceu... e assim permaneceu, naquela cena completamente perfeita, e que foi cenário de sua morte poética.
*.* mto bom
ResponderExcluirparabens
sucesso
mandy esse texto é de autoria sua ?
ResponderExcluirObg :D
ResponderExcluiré sim, autoria minha, rs. Quando não é, eu ponho o nome do autor no final do texto.
ResponderExcluirata muito legal esse texto ,
ResponderExcluirvoce é da equipe infogame?
ResponderExcluirVlw ^^ agora digamos q sim xD
ResponderExcluirnossa parabens
ResponderExcluirObrigada, rs'
ResponderExcluirnao entendi nada =l
ResponderExcluirsou pessima em interpretaçao